6 Tipos de Streptococcus e Suas Principais Doenças | CachorroGato

6 Tipos de Streptococcus e Suas Principais Doenças

Responsável por diversas doenças em animais e seres humanos, a bactéria Streptococcus causa de problemas de pele até complicações respiratórias em cães e gatos

Bastante conhecida por quem tem um pet em casa – e mesmo pelos que nunca tiveram um bichinho de estimação - a bactéria Streptococcus é agente causadora de diferentes doenças e complicações, afetando tanto animais quanto seres humanos e podendo, portanto, ser transmitida de um para o outro.

Produtoras de ácido lático, as bactérias Streptococcus são caracterizadas por causarem a morte celular das hemáceas (também chamadas de glóbulos vermelhos), presentes nas correntes sanguíneas de animais e humanos. Inalteradas com a presença de oxigênio, estas bactérias podem viver com ou sem a sua presença, e são classificadas em diferentes grupos específicos (sendo os grupos B, C e, principalmente G, os mais frequentes em infecções de animais):

 

streptococcus

 

  • Grupo A

Inclui as bactérias do tipo pyogenes, e pode causar problemas como faringite, febre reumática e febre pós-parto.

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  • Grupo B

Formado pela espécie agalactiae, é agente causadora de complicações que incluem a meningite, e pode afetar bebês recém-nascidos.

 

  • Grupo C e G

Composto por diferentes espécies da bactéria, este grupo desencadeia problemas que se apresentam em doenças que tendem a formar pus.

 

  • Streptococcus Viridans

Comunmente, causa complicações na boca e na dentição, levando a abcessos dentários e inflamações da gengiva, por exemplo.

 

  • Streptococcus Mutans

Tem as cáries dentárias entre suas principais consequências, já que o ácido lático destrói o cálcio dental aos poucos, deixando o dente mais vulnerável.

 

  • Streptococcus Pneumoniae

Também conhecida pelo nome Pneumococo, esta espécie da bactéria é uma das que causa os problemas mais graves, incluindo pneumunia, meningite e sinusite, entre outros.

 

Além dos cães, dos gatos e dos seres humanos, a Streptococcus pode acometer outras espécies de animais, incluindo equínos, suínos, bovinos e aves. Normalmente encontradas nas áreas genitais, no trato respiratório e no intestino, as bactérias desse tipo podem causar infecções em todos os tipos e raças de cães, sendo que ambientes não muito higiênicos e fatores como idade e um histórico recente de cirurgia podem aumentar as chances de que o Streptococcus acometa o seu pet.

Confira, neste artigo, um pouco mais sobre esta bactéria causadora de tantos problemas, e aprenda a identificar os sinais de que ela pode estar presente no seu pet, garantindo o tratamento do animal e evitando que ela possa ser transmitida para você.

 

Transmissão do Streptococcus

 

As formas de transmissão da bactéria são variadas, e podem ser tanto endógenas (determinada por herança genética, estilo de vida ou fisiologia do organismo) quanto exógenas (determinada por causas referentes ao meio ambiente, independentes ao organismo do animal).

Fatores referentes à idade do animal também podem apontar para uma maior chance de infecção, seja o cão idoso ou um filhote. No caso dos filhotes, essa propensão maior se dá em função do sistema imunológico ainda pouco desenvolvido e muito frágil, o que impede a produção de anticorpos por parte do animal para que a infecção seja combatida.

Entre os cachorros idosos a causa é similiar, e ocorre em função da diminuição de células de defesa que acontece no organismo nos animais de idade avançada, que ficam bem mais expostos a infecções causadas por bactérias, fungos e protozoários.

Cães que passam por procedimentos cirúrgicos também devem ser bem cuidados durante a fase pós-operatória, já que, neste período ficam com o sistema imune mais fagilizado e, com isso, mais propensos a sofrer com algum tipo de infecção bacteriana.

Ambientes muito cheios e que causam estresse aos cachorros - como canis - podem ser um fator determinante para a transmissão da bactéria e, portanto, devem ser evitados, tendo em vista que o contato de animais sadios com outros contaminados é garantia da transmissão do Streptococcus. Assim como no caso do contato direto, o hábito de dividir tigelas onde se come e se bebe também apresenta riscos para a transmissão, que geralmente é feita por meio das secreções respiratórias e salivares do pets.

 

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Vale a pena lembrar, mais uma vez, que boa parte das doenças causadas por esta bactéria são zoonoses – ou seja, podem ser transmitidas para seres humanos – e, por isso, é importante que ao notar qualquer tipo de sintoma por infecção de Streptococcus em seu pet, o contato com ele seja evitado ao máximo, até que se possa consultar um profissional veterinário; tendo em mente que um simples abraço no seu amigão pode fazer com que você também adquira algum tipo de complicação.

O Streptococcus também pode ser o agente de doenças que acometem os felinos e que, na maioria dos casos, se manifestam de forma similar às doenças causadas pelas bactérias do Grupo A em seres humanos; incluindo infecções respiratórias, sinusite e dermatites variadas. Assim como no caso dos cães, evitar gatis muito cheios e o contato do bichano saudável com gatos infectados é uma boa opção de prevenção.

Gatos portadores da AIDS Felina entram no grupo dos mais propensos a serem infectados com a bactéria Streptococcus, já que o sistema imunológico dos gatos com esta doença é bastante fragilizado e aberto a transmissões de doenças diversas.

 

Sintomas e complicações causados pela bactéria Streptococcus

 

Podendo ser fatal para cães e gatos, as doenças causadas por esta bactéria específica se apresentam por meio de diversas formas e sintomas. Nos cães, alguns dos sinais mais comuns incluem febre, dor, amidalite, celulite (doença inflamatória), dificuldade para engolir alimentos ou bebidas, pneumunia, tosse e apatia. Complicações mais graves também já foram registradas tendo o Streptococcus como agente causador, incluindo abortos e infecções que afetam o trato urináro, o sistema nervoso central e toda a circulação sanguínea dos animais.

A Síndrome de Choque Tóxico também é uma complicação que pode ser causada pela bactéria Streptococcus e, por ser bastante grave, pode acometer diferentes áreas do organismo animal, incluindo membranas mucosas, os rins, a pele e o sistema gástrico. Embora seja bastante rara, essa complicação pode acometer tanto animais como humanos, e as suas causas além da bactéria ainda não foram completamente definidas.

 

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Nos gatos os sintomas também podem incluir tosse, pnemunia, febre, artrite, apatia e dor, no entanto, os problemas respiratórios acabam sendo os principais e de maior gravidade entre os felinos, sendo que dermatites também podem ser observadas em gatos contaminados pelo Streptococcus.

É de extrema importância que um profissional veterinário seja consultado no caso de esses sintomas do Streptococcus se manifestarem em seu pet, já que, além da transmissão da doença em questão para outros animais e mesmo para seus proprietários, o animal pode chegar ao óbito em pouco tempo caso não seja tratado da maneira correta.

Enquanto os humanos com complicações mais graves referentes a esta bactéria podem falecer em até 80% das situações, a proporção aumenta bastante no caso dos animais, sendo que os gatos são ainda mais afetados que os cães, na maioria das vezes.

 

Diagnóstico e tratamento das doenças relacionadas ao Streptococcus

 

Embora o conjunto de sintomas das doenças causadas pela bactéria Streptococcus sejam relativamente típico, é somente por meio de um exame laboratorial que se pode chegar a um diagnóstico certeiro e, para isso, a visita do animal a um veterinário é indispensável.

Para que o diagnóstico seja realizado da maneira correta, o médico colherá uma amostra da área infectada no pet, que será analisada e, de acordo com os resultados e a região afetada, pode pedir por outros exames complementares.

O uso de antibióticos é, normalmente, o caminho seguido para o tratamento das doenças causadas pelo Streptococcus, e somente um profissional poderá indicar a medicação correta para o caso do seu pet, além de dizer quais doses e com que frequência os remédios devem ser dados ao seu amiguinho para que o tratamento seja completo e eficaz.

Em geral, o tratamento para os casos mais comuns de doenças desencadeadas pela bactéria dura de alguns dias até algumas semanas, no entanto, intervenções cirúrgicas também podem ser indicadas para tratar casos mais graves. Nas situações em que o animal desenvolve feridas, por exemplo, uma cirurgia pode ser necessária para que todo o tecido morto seja retirado do corpo do pet, evitando que a bactéria se mantenha no local e se propague para outras regiões.

Como sempre frisamos, os donos de pets jamais devem optar pela auto-medicação, pois, dessa forma, podem tanto agravar a doença de seus bichinhos de estimação como retardar o seu processo de recuperação e até levá-los à morte. Tomando-se o cuidado de consultar um veterinário ao aparecimento dos primeiros sintomas, basta seguir corretamente ao tratamento para ajudar na cura de seu pet, lembrando sempre de mantê-lo em locais limpos e desinfetados, e de sempre lavar bem as mãos aos brincar com seu amigo.

Cães são geralmente bastante sensíveis a infecções causadas pelos Streptococcus e devido a essa característica, o tratamento deve ser feito o mais rápido possível, mesmo diante de pequenas infecções.

Além do uso de antibiótico adequado de acordo com o tipo de Streptococcus, alguns casos mais graves exigem intervenção cirúrgica para a remoção de tecido morto no pet, limitando assim a propagação da bactéria.

Infelizmente os animais também estão sofrendo com um problema que vem se tornando bastante comum para humanos: a resistência das bactérias aos antibióticos. Segundo especialistas uma série de fatores influenciam nesse problema:

  • Interrupção do tratamento antes do prazo estabelecido pelo veterinário. Alguns donos acham que a ausência dos sintomas já resolve o problema e param o tratamento por conta própria, no entanto o Streptococcus ainda se encontra no organismo do animal e pode voltar mais resistente;
  • Problemas em administrar a dosagem correta indicada pelo veterinário, além de dificuldades de seguir os intervalos determinados;
  • Uso de antibióticos sem a indicação de um especialista. Lembre-se que apenas um veterinário é capaz de passar o medicamento certo para infecção streptocócica do seu bichinho de estimação.

É comum que os veterinários queiram o retorno do animal após o termino do tratamento, isso é necessário porque apenas o profissional é capaz de dizer se o pet está completamente curado ou se ele precisa de novas doses do medicamento antes de ter alta.

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Conheça mais sobre os Streptococcus

 

O grupo de bactérias Streptococcus é bastante amplo e conta com cerca de 100 espécies diferentes. Algumas espécies são albergadas em cães e gatos, mas dificilmente desencadeiam qualquer doença nesses animais, assim como algumas espécies são comuns para o ser humano, mas podem causar doenças nos animais que não seu reservatório natural. Fora do hospedeiro o Streptococcus sobrevive por pouco tempo, sendo uma bactéria frágil.

É comum ouvir o termo Enterococcus. Os Enterococcus nada mais são do que Streptococcus entéricos, que são encontrados no intestino de animais e humanos. Quando comparado ao Streptococcus esse gênero apresenta algumas diferenças: toleram sais biliares e parte dos Enterococcus isolados é móvel. Esse grupo pode ser considerado como patógenos oportunistas.

Cada grupo de Streptococcus possui um nível de virulência, pois essa capacidade depende de uma série de fatores, como tipo de hemólise que a bactéria é capaz de causar, presença de determinas proteínas, enzimas e cápsula conferindo resistência à bactéria.

Além de tudo, nem toda bactéria estreptocócica é causadora de zoonose, algumas só afetam animais, outras afetam apenas humanos, enquanto outras afetam ambas as espécies, de forma similar ou diferente.

  • Streptococcus do grupo A – S. pyogenes

O S. pyogenes é uma bactéria que afeta principalmente os seres humanos, sendo um patógeno comum para crianças, no entanto pode causar amidalite (tonsilite) em cães de forma eventual. Essa bactéria pode também infectar bovinos através de humanos e voltar a infectar humanos através do leite.

Pode também causar Impetigo, sendo mais comum em humanos do que em animais, especialmente em filhotes de cachorros, nos quais a doença é causada mais comumente por estafilococos. 

  • Streptococcus do grupo B – S. agalactiae

Esse grupo é composto exclusivamente pelo S. agalactiae e apresenta diferenças nas infecções causadas em animais e em humanos. Por algum tempo cientistas tentaram separar essa bactéria em diferentes linhagens por causa das diferenças bacteriológicas das infecções, no entanto tudo leva a crer que se trata de uma única espécie.

A S. agalactiae atinge principalmente bovinos e animais da família dos camelos, causando mastites, sendo mais raras infecções em animais como peixes, hamsters, gatos e cachorros. Ela se mostra importante para recém-nascidos, tanto humanos como em cães, sendo causadora de meningite e septicemia nesse grupo.

Em humanos a S. agalactiae se apresenta no trato geniturinário e gastrointestinal. Nos cães é causadora de endocardite e eczema. 

  • Streptococcus do grupo G - S. canis

A S. canis já foi isolada em caninos, felinos e bovinos, entre outros animais. Geralmente se encontra no trato respiratório superior e no aparelho genital dos animais.

Em cães é causadora de diversos tipos de infecção, como otites externas, infecções de pele, faringites, amidalites, infecções genitais, urinárias, respiratórias, abortos e em alguns casos endocardite. A ocorrência da síndrome do choque tóxico por S. canis ou septicemia é considerada incomum.

Em gatos o S. canis se apresenta principalmente na vagina de fêmeas jovens, mas pode ficar albergado nas amígdalas, prepúcio e faringe. A infecção ocorre em todas as faixas, mas é mais comum em animais com menos de duas semanas. Nesses gatinhos mais jovens a grande ocorrência de septicemia com morte súbita. Nos gatos que tem idade de 3 a 7 meses costumam ter linfadenite cervical, decorrente de uma faringite o amidalite.

  • Enterococcus

Infecções do trato urinário são mais comuns em animais de estimação jovens, mas podem ocorrer em qualquer período da vida do pet. Estima-se que 14% dos cães vai apresentar a doença em alguma fase da vida. Em gatos as ITUs são menos frequentes, porém em gatos idosos mais da metade deles vão apresentar ITU decorrente de infecção estreptocócica ou outra infecção bacterina.

Parte das ITUs (infecção do trato urinário) é causada pelos Enterococcus, entre outras bactérias, muitas vezes ocorrendo mais de uma em cada infecção. Ao contrário dos seres humanos, essas infecções não apresentam sintomas e são descobertas por acaso. Quando não tratada elas podem causar uma série de sequelas como disfunção urinária, problemas de fertilidades, problemas na próstata, septicemia, entre outras, com eventual falha renal.

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  • Pneumococos – S. Pneumoniae

O grupo de bactérias S. Pneumoniae são amplamente conhecidas como Pneumococos. Esse grupo causa diversas doenças e leva a óbito milhares de pessoas todos os anos não apenas no Brasil como no mundo todo.

A doença pneumocócica (DP) mais comum é a pneumonia. No entanto as DP’s se apresentam em dois tipos: Invasivas, ou seja, que entram na corrente sanguínea ou em locais que comumente são estéreis no animal ou pessoa infectada e não invasivas. Por causa dessa variedade, as DP’s apresentam sintomas e gravidade variados de acordo com o local que infectou, além disso, alguns pneumococos são considerados resistentes à terapia com antibióticos.

A infecção pelo S. Pneumoniae não é muito diferente das de outros Streptococcus, se dando principalmente pelo ar através da liberação de gotículas de saliva ou espirros. Conheça abaixo algumas das doenças causadas pelos Pneumococos de forma invasiva:

  • Septicemia e bacteremia é a presença do patógeno no sangue. A bacteremia é a presença da bactéria que entrou na corrente sanguínea de forma primária, ou seja, direta ou de forma secundária, decorrente de uma infecção. Já a Septicemia é um processo inflamatório, com intensa multiplicação bacteriana, muitas vezes com liberação de toxinas pelas bactérias, agravando o quadro;
  • Meningite é um processo infeccioso que ocorre quando o Streptococcus atinge a membrana que recobre o cérebro e a medula espinhal, muito comum em humanos, geralmente causa febre e rigidez na região do pescoço e da nuca;
  • Artrite ocorre quando há presença de processo infeccioso ou inflamatório na articulação;
  • Pericardite acontece quando o processo infeccioso está na membrana serosa que envolve o coração externamente, o pericárdio.

Existem também as Doenças Pneumocócicas não invasivas:

  • Otite média aguda, como o nome sugere, a infecção atinge a porção média do ouvido;
  • Pneumonia causa pelo Streptococcus, nos cães a doença tem como sintoma mais frequente a dispneia ou dificuldade de respirar, com respirações rápidas e superficiais, com febre e muitas vezes com cianose, cor cinza ou azulada causada pela falta de oxigênio, nas gengivas, língua e lábios;
  • Bronquite, doença que muitas vezes ocorre devido à presença do Pneumococo ou outro patógeno, levando a inflamação da mucosa da traqueia e dos brônquios;
  • Conjuntive que é o processo infeccioso na conjuntiva, parte transparente que reveste a superfície ocular.

 

A Síndrome do choque tóxico

 

Essa doença é rara, no entanto apresenta um grande potencial de levar a pessoa ou animal acometido a óbito. A Síndrome é causada pelas toxinas de bactérias variadas, dependendo da situação. Frequentemente a Síndrome do choque tóxico causada por Streptococcus é chamada como Síndrome do choque tóxico estreptocócica, sendo causada principalmente pelo S. pyogenes.

A Síndrome ocorre geralmente através de faringe, vagina – principalmente em humanos pelo uso de absorvente interno - ou traumas na pele como queimaduras e cortes.

A doença atinge diversos órgãos, com lesão hepática, renal e/ou muscular frequente, além de levar a anemia. Febre, cansaço, diarreia, vômitos e erupções cutâneas também estão entres os sintomas da Síndrome. Geralmente os órgãos se recuperam por completo após o término da doença e da infecção estreptocócica.

 

Dicas para higienizar seu cãozinho e evitar doenças:

Fonte: YouTube



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Saúde do Cachorro, Saúde do Gatos
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ATENÇÃO: Esse conteúdo é meramente informativo e não substitui a consulta a um médico veterinário ou serviço especializado. Encontre um fornecedor próximo a sua casa.

Sobre o autor

Médico Veterinário (CRMV- SP 10.687), formado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Unesp com Pós Graduação em Oncologia Veterinária pelo Instituto Bioethicus e Pós Graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais pelo Instituto Qualittas. Responsável pelo setor de Oncologia Médica e Cirúrgica do Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h. Dr. Toyota é integrante da equipe de Veterinários do portal CachorroGato e também responde por dúvidas na ferramenta Dr. Responde.

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