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Seresto para animais alérgicos

Diariamente, todo veterinário atende em seu consultório ao menos um animal com dermatite por conta de picadas de parasitas. Saiba como prevenir pulgas e carrapatos.

Diariamente, todo veterinário atende em seu consultório ao menos um animal com dermatite. As causas são muitas, já que podem ir desde uma reação alérgica às picadas de pulgas, piolhos, carrapatos às intolerâncias alimentares ou outros problemas. E é neste contexto que grande parte dos profissionais assegura que as dermopatias alérgicas estão no topo dos males que mais levam os pets a terem de ser avaliados.

Para reduzir este índice, é necessário cuidado, além de supervisão e prevenção. Cuidar do cão ou do gato é um dever de qualquer pessoa que o tenha, portanto, mais do que manter a higiene em dia, cuidados com vermifugação e vacinação  e alimentação, é preciso se manter sempre alergia  pois a alimentação é um item que requer atenção, pois muitos pets podem desencadear alergia a algum componente da ração e isto causará coceiras e incômodos, com um tratamento específico e a troca da dieta.

A supervisão vem juntamente ao meio em que o animal vive. É limpo? Tem vetores que possam transmitir alguma zoonose? Diante disto, é que entra a prevenção, já que, nesses casos, uma única picada de qualquer ectoparasita levará o cachorro ou o gato a um longo período para o diagnóstico e tratamento da doença em questão.

Sem a  administração de produtos que matem ou inibam o ataque desses vilões, os animais estão propensos a picadas de pulgas, carrapatos, piolhos e mosquitos e abertos a muitas moléstias, como a Leishmaniose Visceral Canina, a Doença do Carrapato, Febre Maculosa, assim como outros malefícios que agridam não só a pele, mas também o organismo e o bem-estar do pet.

 

Entendendo a DAPE

 

Quando o animal chega ao consultório do veterinário com coceiras, vermelhidões, lesões em diversos graus e até machucados (de tanto que o pet se coça), é preciso investigar a DAPE (Dermatite Alérgica à Picada de Ectoparasitas). E é aí que entra um trabalho meticuloso para chegar ao diagnóstico preciso.

Se o cachorro ou o gato não tiveram nenhum meio de prevenção contra essesparasitas, então todas as possibilidades entram na lista de admissíveis causas da DAPE. E serão necessários procedimentos mais específicos a serem adotados pelos médicos veterinários, como: citologias, culturas de materiais, exames de sangue e outros diversos métodos para descartar uma a uma as probabilidades do agente causador do problema.

O primeiro passo para a definição do diagnóstico é realizar a aplicação de um produto contra pulgas, carrapatos, piolhos e mosquitos por 3 meses, para que sejam totalmente eliminados dos pets. É importante ressaltar que em 15% dos casos de DAPE, os parasitas não são visualizados no animal, logo, não encontrar parasitas não descarta que o pet tenha DAPE.

Caso não haja melhora do quadro após a eliminação de parasitas, o peludo deverá seguir uma dieta balanceada e adaptada à situação, pois ela também fará parte das investigações diante do que está causando o processo alérgico. Alguns animais podem ser sensíveis a proteína animal presente na alimentação e por esse motivo é necessário alterar a dieta. Assim como a ração habitual, os petiscos, os ossinhos e os palatabilizantes, presentes nos remédios de uso oral, terão de ser suspensos por um período de 8 a 13 semanas.

Se ainda assim o animal não melhorar, é provável que ele seja atópico, ou seja, tenha sensibilidade a compostos ambientais, como por exemplo: ácaros, plantas, umidade etc.

Chegando ao diagnóstico preciso, o animal passará por um longo processo de tratamento e recuperação. É importante ressaltar que 52% a 75% dos animais que tem hipersensibilidade alimentar também possuem DAPE ou atopia e de 35% a 80% dos animais atópicos também tem DAPE, ou seja, mais do que nunca ele deverá estar protegido de pulgas, carrapatos, piolhos e todos os outros riscos que possam levar a situação a um caso mais extremo.

 

Como prevenir pulgas e carrapatos por tanto tempo?

 

No mercado dos produtos para animais há diversas opções de preventivos indicados para evitar os prejuízos ocasionados por ectoparasitas, como vacinas (quando a zoonose tem esse tipo de anticoncepção), remédios que devem ser aplicados nos animais em períodos específicos (geralmente mês a mês), assim como shampoos e outros itens de higiene que auxiliem no combate aos agentes causadores das DAPEs.

Seresto entra nesta situação como uma grande aliada, com o melhor custo-benefício do mercado, que a eleva como uma das melhores soluções para diversas precauções.

Seresto é inodora, resistente à água sendo segura para os animais, pessoas e ao ambiente. Além disto, sua durabilidade é de até 8 meses, não só prevenindo o pet por quase um ano, como também facilitando bastante as vidas dos seus donos, pela praticidade de não precisar lembrar todos os meses de aplicar produtos.

Tanto para gatos, quanto para cachorros, a Coleira Seresto pode ser utilizada desde filhotes: os felinos a partir de 10 semanas de vida, enquanto os cães com 7 semanas.

Vale lembrar que Seresto é uma maneira eficaz de combater todos os malefícios causados pelos ectoparasitas. Muitas zoonoses, como a Febre Maculosa e a Erliquiose (infecção crônica causada pelos microrganismos inseridos no pet pela picada) são de difícil análise imediata, além de haver enfermidades que tem um período de encubação extenso, tornando o caso mais grave e podendo chegar a circunstâncias mais drásticas.

Resumindo: se você pode garantir a segurança do seu animal por até 8 meses ininterruptos, dando a ele bem-estar, segurança, prevenção contra todos os malefícios citados, além de evitar que ele passe por períodos de estresse causados pela própria doença, pela busca do diagnóstico preciso e o tratamento, por que não usar a Coleira Seresto?

 

Seresto também age contra Leishmaniose

 

Há mais uma ressalva que faz com que a Coleira Seresto tenha outra vez diferenciais diante dos produtos com a mesma finalidade: os demais produtos somente agirão no controle de parasitas, mas o pet continuará exposto a outros gatilhos de alergias e doenças. Já a Seresto não só oferece a proteção contra pulgas, carrapatos e piolhos, como às doenças causadas por esses transmissores e a tão temida Leishmaniose.

Essa zoonose, que também é conhecida como Leishmaniose Visceral Canina, possui altos índices de casos constatados pelo Brasil, mesmo que haja muitas campanhas para o combate da sua disseminação. Por ser silenciosa, com seus sintomas aparecendo muitas vezes anos depois da infecção, quando ela é descoberta pode ser tarde demais.

Além disto, é uma enfermidade que não tem cura, somente tratamento pelo resto da vida do animal. E este malefício pode acometer a diversos órgãos: a medula óssea, o fígado, os gânglios linfáticos, a pele e o baço. Ainda que muitos acreditem que a transfusão de sangue possa sanar a zoonose, este tipo de procedimento não reverte o dano causado pois os animais continuam portadores da doença.

 

Gatos também podem utilizar Seresto

 

Assim como foi citado em muitas partes deste texto, a Coleira Seresto não é um produto somente para os cães: os felinos também podem utilizá-la. Ela não tem cheiro, é resistente à água e tem uma eficiente trava de segurança, que evita enroscamento ou que o pet se enforque. Caso o gato fique preso pela coleira em algum local, ela se abre ou rompe, não comprometendo a vitalidade do animal.

Seresto é segura e agirá por até 8 meses combatendo pulgas,  carrapatos e doenças como a leishmaniose. Principalmente em épocas de calor, essa disseminação aumenta, o que faz crescer a necessidade de proteger os animais domésticos de uma maneira eficaz.

 

Relação custo-benefício comprova: Seresto não custa caro

 

Se um produto garante até 8 meses de eficiência na sua finalidade, dando comodidade e tranquilidade aos tutores dos pets, que não precisam aplicar mês a mês os outros medicamentos para combater os ectoparasitas ou temer o esquecimento da data correta (e colocar a saúde do pet em risco), por que não investir em Seresto?

Seresto possui o melhor custo-benefício do mercado e oferece praticidade aos animais alérgicos, que com outros produtos presentes no mercado devem ser tratados com periodicidade mensal, e você ainda tem de sair para comprar os medicamentos necessários e utilizar todo seu jogo-de-cintura para aplicar os produtos no pet.

Seresto é prática, pois fica como um acessório no pescoço do animal garante a proteção dele por quase um ano e ainda facilita no diagnóstico caso o animal tenha DAPE.Nenhum cachorro ou gato está imune de ter coceiras, vermelhidões e alergias, porém, se estiverem usando a Seresto, todas as possíveis causas provenientes de pulgas, piolhos ou carrapatos são automaticamente descartadas, tornando o diagnóstico mais rápido, pois o pet pode ter esse incômodo por hipersensibilidade alimentar, alguma reação à exposição demasiada ao sol ou alergias genéticas, as quais muitos já trazem em seu DNA a predisposição para o desencadeamento.

Lembre-se de que a Coleira Seresto expulsa e mata os ectoparasitas antes que eles ataquem os seus animais domésticos, além de reduzir a transmissão da terrível Leishmaniose e outras zoonoses causadas pelas picadas de pulgas, piolhos e carrapatos. É um produto com alta tecnologia que chegou ao mercado para trazer segurança e tranquilidade ao pet e ao seu tutor. Não há margem de falhas na prevenção e a duração do produto é extensa.

As baixas doses liberadas gradualmente por Seresto não comprometem a saúde de nenhum dos envolvidos, a não ser a dos vetores dos malefícios em questão. Ou seja, diante de tantos benefícios e o alívio em saber que seu animal terá proteção durante um longo tempo, sem necessitar de diagnósticos mais intensivos ou tratamentos estressantes, a Coleira Seresto é ou não é um bom negócio?



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ATENÇÃO: Esse conteúdo é meramente informativo e não substitui a consulta a um médico veterinário ou serviço especializado. Encontre um fornecedor próximo a sua casa.

Sobre o autor

Médico Veterinário (CRMV- SP 23.348), formado pela Universidade Paulista, Cirurgião Geral e Ortopedista no Hospital Veterinário Cães e Gatos 24 horas há 6 anos. Dr. Tubaldini é o Diretor de Conteúdo do portal CachorroGato e gestor da equipe de veterinários responsáveis pela ferramenta Dr. Responde.

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